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Lisboa

Nasceu uma nova pizzaria e cafetaria junto ao Tejo e à Torre de Belém

Forest, o irmão mais novo da Vela Latina, na frente ribeirinha de Belém, funciona o dia inteiro. Além da oferta de cafetaria e pastelaria, às refeições destacam-se as pizzas artesanais em forno a lenha.

Estive Lá: O lado selvagem do CCB

O restaurante Sauvage, espaço intimista e acolhedor, é já bem conhecido entre os lisboetas. Ao alargar os horizontes, o projecto expandiu-se para o rooftop do CCB, onde se juntou a vista privilegiada sobre o rio Tejo à experiência gastronómica.

Touta, um libanês nada convencional em Lisboa

Durante meses, Cynthia Bitar, Rita Abou Ghazale e Waël El Haddad palmilharam a cidade de Lisboa com o objetivo de encontrarem o sítio certo onde pudessem servir a cozinha do Líbano, do qual são originários.

Vem aí a Festa do Cinema Italiano – com 40 restaurantes para comer em Lisboa

O evento “mais importante dedicado à cultura italiana em Portugal” acontece pela 17.ª vez entre abril e julho, passando por mais de 20 cidades de norte a sul do país. Em Lisboa, decorrerá entre 12 e 21 de abril, tendo o Mano a Mano, no Cais do Sodré, como um dos 40 restaurantes oficiais.

De sobremesa obrigatória a nova estrela na mesa de Natal, esta Tarte de queijo está a conquistar Lisboa

“A Dona não é apenas uma reinterpretação da tarte basca tradicional, é também uma homenagem à sua história e à cidade que a viu nascer”. É desta forma que Hugo Candeias, chef do Ofício – Tasco Atípico, descreve o mais recente projeto que dá resposta aos muitos pedidos dos clientes do restaurante localizado no Chiado, em Lisboa.

Lisboa: vem aí um brunch especial de verão, à base de gelados e sorvetes

Gelados e sorvetes servidos com os mais variados toppings, profiteroles com gelado de baunilha e sanduiche de gelado de avelã coberta com molho de chocolate. Estas são algumas das especialidades incluídas no brunch gelado que o hotel InterContinental Lisbon estreia neste domingo e repete no dia 3.

Restaurante Terrace: Volta ao mundo no Parque das Nações

Em 1998, o mundo aterrava em Lisboa. Nascia o Parque das Nações – para muitos, ainda e sempre a “Expo” – e a cidade abria-se a oriente. Neste verão, abriu, em homenagem à zona, um restaurante de comida do mundo, dentro de um projeto maior, que merece ser conhecido como um todo. Mas vamos por partes.

CAV 86: Um gastro-bar com boa onda na Rua da Boavista, em Lisboa

Está a tornar-se difícil acompanhar o rol de novidades gastronómicas da zona São Paulo-Boavista-Poço dos Negros, cujo denominador comum é a experimentação descomprometida, com alguma movida à mistura. O termo cunhado é o de gastro-bar, um sítio onde a comida (em doses pequenas) puxa a bebida – e vice-versa. A nova era do Cavalariça em Lisboa (restaurante da Comporta que galopou até à capital e está também em Évora) nasce de uma vontade de instaurar “uma fórmula que alinhasse mais com o espírito dos restaurantes e bares desta zona”, explica Marcelo Oliveira, o chefe brasileiro de 30 anos que está à frente do novo CAV 86. Mas não o fez sozinho. Newsletter Fotos: Joana Freitas Para a criação da ementa contou com as mentes (brilhantes) de Bruno Caseiro, chefe dos dois Cavalariça, e do francês Bruno Contreras, com um currículo de fine dining internacional e sócio da empresa Harvest Cotton Tale, que acaba de se juntar ao negócio do restaurante lisboeta. “O menu é uma soma de todos: das influências portuguesas de um Bruno, das francesas do outro e das minhas brasileiras”, resume Marcelo. Sempre assente na ideia de pratos para partilhar, confecionados com bons ingredientes nacionais, de pequenos produtores, muitos deles orgânicos. A decoração também mudou radicalmente, para um conjunto de painéis em tom amarelo e luzes baixas. Na hora de escolher, Marcelo avisa que a média de dosagens anda entre os quatro ou cinco petiscos para cada duas pessoas. O restaurante reabriu no dia 1 de junho, mas a carta já conheceu algumas alterações, fruto da sazonalidade e das afinações dos primeiros dias. Ainda assim, conta o cozinheiro, já é possível perceber que há alguns favoritos: o pão de queijo e costela de vaca com molho de francesinha (€6), a costela mendinha de vaca fumada com chimichurri (€19,50), o coração de burrata, funcho, pistácios e pickle de morango verde (€9) e o camarão na brasa, Bloody Mary e óleo de camarão picante (€11,50). Foto: Joana FreitasOs vinhos são sobretudo naturais e/ou de baixa intervenção, apresentados num cartaz logo à entrada, ao qual se juntam algumas sugestões da semana. “Este é um sítio para conversar, ouvir boa música, beber vinhos naturais e, claro, comer bem”, resume Marcelo. As portas do número 86 da Rua da Boavista abrem-se às 17h, para quem quer passar só a beber um copo e picar qualquer coisa. Há, aliás, uma “hora da ostra”, desde a abertura até às 19h, com duas ostras e um copo de vinho a valerem 10 euros. Fica a dica.   CAV 86 > R. da Boavista, 86, Lisboa > T. 21 346 0629 > ter-sáb 17h-22h30

Bater à porta e entrar no misterioso Café de São Bento

Com já 40 anos celebrados, o Café de São Bento faz parte do imaginário de quem nunca lá entrou, como o Fugas. É preciso bater à porta e só isso pode desmotivar alguns — “please ring the bell”, diz a tabuleta dourada —, e ali estamos a tocar.
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