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Reportagem

Frigo de Gil Fortuna

Frigo de Gil Fortuna. Aos 12 anos já fazia broa de milho com a avó, em Vila Nova de Gaia. Duas décadas depois, é o responsável pela padaria Ogi, no Porto

O Ramadão de Sahima é uma Bênção

A vencedora do Masterchef Portugal abriu as portas de casa ao crítico Ricardo Dias Felner para celebrar o iftar árabe, a refeição ao final de um dia de jejum. Uma benção deliciosa.

Quando o crítico vai à Mercadona

O jornalista e crítico gastronómico Ricardo Dias Felner estreou-se no supermercado de que se fala e diz-lhe do que gostou mais e menos. 

Câmara de Gaia quer manter parque do Cantinho das Aromáticas

Autarquia está “a tentar negociar” o terreno para fins públicos com o proprietário do terreno. O dono do Cantinho das Aromáticas diz-se “assoberbado pelo enorme carinho” que recebeu, depois da notícia do EGGAS sobre o encerramento do parque de ervas biológicas. 

Cantinho das Aromáticas vai dar lugar a urbanização

O mais emblemático campo de ervas aromáticas do país, o Cantinho das Aromáticas, instalado na Quinta do Paço, em Canidelo, Gaia, vai ser urbanizado a partir de 2024 — segundo disse ao EGGAS o arrendatário, Luís Alves. 

O mundo viciante das facas de cozinha

Ter uma faca de qualidade é o começo de uma relação maravilhosa e patológica com um universo complexo e fascinante. Eis tudo o que precisa de saber para cortar comida como ninguém.

Cinco novos restaurantes portugueses com uma estrela Michelin

Portugal tem mais cinco restaurantes galardoados com uma estrela pelo guia Michelin. São eles: Kanazawa, em Algés, Kabuki e Encanto, em Lisboa, Euskalduna e Le Monument, no Porto.

O melhor crítico de restaurantes que os portugueses desconhecem

Um livro acabado de publicar por Ana Marques Pereira destaca um dos mais brilhantes — esquecidos e polémicos — escritores gastronómicos do século XX: Luís de Sttau Monteiro. 

Bonito serviço!

O pessoal de sala na restauração está debaixo de fogo. De todo o lado, se ouvem lamentos. Ricardo Dias Felner auscultou críticos de restaurantes, um dos chefes de sala mais respeitados do país e o presidente da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril sobre um dos sectores mais frágeis da gastronomia portuguesa. E ficou com uma certeza: o caminho é longo, mas precisa ser feito.

Não é ibérico, nem é preto. É alentejano. E está a desaparecer.

Não é ibérico, nem é preto. É alentejano. E está a desaparecer. Muita gente acha que é tudo o mesmo, mas há diferenças na carne destes porcos. Viagem ao montado pela mão de um suinicultor exemplar, um dos 70 que lutam contra o extermínio da raça alentejana.

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