Inicio Opinião

Opinião

A Queima nunca acaba

são os bares que não fecham, as roulottes que se tornam itinerantes, as banquinhas que nos remontam ao Sr. De Matosinhos e a outras romarias. Os restaurantes que se apinham em gente, em almoços, e em jantares.

Prefiro conciliar

Com 30 anos, achamos sempre que temos outros 30 para mudar de vida. Mudar de amigos e de mulher. De gostos e de preferências. Do verde para o maduro. Do branco para o tinto. Do tawny para o vintage. Do Serra para o Serpa. Da carne para o peixe. Da tasca para o restaurante.

Uma história com final feliz: pela saúde de todos

Atualmente, mais de 20% da população tem obesidade, aproximadamente 40% tem hipertensão e o número de indivíduos com diabetes tem vindo a aumentar consideravelmente, ultrapassando os 10%. Perante isto, a questão que se impõe é: ainda vamos a tempo de alterar o rumo da história? 

A Insustentável Leveza do Ser

Aristotelicamente falando, somos seres sociais e temos uma necessidade intrínseca de comunhão plena com os outros membros da sociedade. Conhecem melhor forma do que uma refeição, um restaurante ou uma esplanada para responder a esse desígnio?

À mesa com os filósofos (1)

Na sua “Antropologia de um Ponto de Vista Pragmático”, Kant escreve ser “ desejável que não se coma sozinho”. “As refeições que se tomam na companhia de outras pessoas são uma manifestação da nossa verdadeira humanidade requintada”.

Prefiro não namorar

Onde o namoro está repleto de oportunidades desperdiçadas é na nossa relação com os vinhos. Durante anos segui a doutrina que nos ensinava e cultivava a necessidade de um longo namoro com a garrafa antes de a abrir e consumir.

A História das receitas

Saber sobre as histórias das receitas ajuda-nos a entender qual o caminho do receituário nacional, as nossas tradições, costumes e, sobretudo, compreender a introdução de produtos no nosso quotidiano culinário.

Prefiro regressar

No princípio dos tempos, em que esta crónica ainda não era nascida, foi a discussão do verbo que a fez nascer. Uma espécie de combate de verbos, ainda que o verbo combater aqui apareça como aparece no combate dos chefs.

Abram-nos os restaurantes, por favor!

Sim, estou desesperado e o meu único consolo é que sei que não estou sozinho. Todos sonhamos e choramos pelos nossos queridos restaurantes. Abram-nos por favor!

Um brilho que se perde, um brilho que se recupera

E assim, num domingo de sol em terras de Vímara Peres e em domínios familiares, estando eu bastante necessitado de algo que me animasse, Tétis pousou no meu prato a cobra do lodo, o ciclóstomo dos deuses: uma bela lampreia preparada à Bordalesa.

Receitas