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Opinião

O “G”. A Estrela do Nordeste

Quando se fala em gastronomia, impossível é não falar da Família Geadas ou melhor dizendo Gonçalves. A Dª Iracema e o Sr. Adérito, ela na cozinha e ele no serviço de sala, continuam a ser referência de bem comer e receber e os seus filhos (Óscar e António), com todo este saber adquirido ao longo de muitos anos na cozinha do Geadas

O Impacto das Redes Sociais na Gastronomia e nas Empresas: das Cozinhas aos Influenciadores Digitais 

Hoje, trago um tema essencial para a gastronomia portuguesa: o impacto do mundo digital na restauração. É uma questão que, nos dias que correm, poucos podem dar-se ao luxo de ignorar, pois tem transformado significativamente a forma como os restaurantes operam, como comunicam com os clientes e, até mesmo, como os pratos são criados e servidos. 

Porto: A Um Vinho Desconhecido

Como se fosse um ciclo de eterno retorno, o Douro vê-se a braços com períodos de excesso de vinho. Seja por falta de escoamento, seja por excesso de produção – ou por ambas as ocorrências. Este ano de 2024 parece ser um desses. Mesmo que a vindima venha a ser dentro da média, os armazéns estão cheios, as vendas estão a cair e mesmo que haja a diligência dum fidalgo aprendiz, haverá caves que se arriscarão a ficar inundadas.

O Sublime Culto do Sérgio e do Rui

Reencontrei um e encontrei o outro vejam lá…, no Mercado do Bolhão! Num restaurante que os dois abriram e que vale a pena conhecer bem. Com o vagar necessário para conhecer bem, já não o Rui e o Sergio, mas as propostas vibrantes que nos são feitas, à volta do bacalhau. O nome do restaurante é o Culto. O culto que aqui é do bacalhau.

A Urgente Organização do Enoturismo

O contributo do Enoturismo para a economia nacional é relevante mas os problemas que enfrenta ainda não estão solucionados devido à falta de números e de legislação.

Um Senhor chamado José

As minhas memórias escorrem para aquela comida de mãe que tem abrigo na Casa Nanda e noutros sagrados restaurantes que o Porto fez e que (ao contrário da Casa Nanda) o tempo, a pandemia ou outras adversidades, levaram consigo.

As filhós de minha avó

O que eu me pelo por filhós! Ou por filhoses. Tal como touro e toiro, ouro e oiro, podemos dizer filhós ou filhoses, que estamos a falar do mesmo, do mesmo ouro, do mesmo oiro: de um doce simples e chão como tudo o que vem das Beiras, sobretudo da Beira Baixa, na minha opinião a mais agreste, embora a menos nevada no inverno.

A “Pena” dos Cardosos

Chegámos ao Bacalhau Fresco, Pil-pil, Couve Flor Assada, Óleo de Salsa,  tratar o bacalhau com malagueta com esta elegância assegura-nos muito boa técnica e muito conhecimento do forno, os sabores misturaram-se com  uma Vila Garcia Magno de 2020 feito a partir de alvarinho e pedernã, as estrelas da companhia.

Abelhas e Mel

Quer ter uma atitude ecologista, a favor da biodiversidade, da sustentabilidade ambiental e da qualidade de vida no interior de Portugal? Compre e consuma mel português. Habitualmente. Para pôr no pão, para receitas de culinária, para o chá.

A vaguear por Amarante em busca de Amadeo

Os donos tiveram a amabilidade de me convidar para um jantar vínico e eu perante a esmola grande não desconfiei e meti-me a caminho. Ouvi deliciado a história dos vinhos da Quinta Vila Garcia que vão na terceira geração e produzem branco e tinto em 20 hectares de vinha – vinificando em lagares da própria quinta.

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