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Caffè Sicilia. Crónica de uma escapadinha a Noto

Limão, amêndoa de Noto, figo e malagueta são os sabores imperdíveis a experimentar. E aquele brioche, qual fogaça da Vila da Feira, como quem molha o pão no molho das amêijoas ou atira uma colherada de granita em cima dele, é coisa que não deve faltar na nossa bucket list.

O grande tráfico do picante seco

Por uma razão qualquer, é difícil encontrar em Portugal o picante seco em pequeninos papeletes que tradicionalmente, noutros países, se põe na piza. E um grande amigo meu que gosta de picante é fã. 

Prefiro fruta

A fruta da época tem a grande vantagem de ter uma capacidade de oferta instantânea como nenhuma outra. Mas permitam-me que alterne essa virtude com a sua tão badalada frescura. Registada essa permissão, devo confessar que já encontrei fruta de épocas anteriores bem mais fresca que a tão incensada fruta da época. Mas há quem não goste de refresco.

Prefiro febras

Puxar a brasa à minha sardinha faz muito sentido nos arraiais dos santos populares, mas fora desse santo mês de junho, puxar a brasa às minhas febras não tem o mesmo valor. Por muito boas que elas sejam.

Como chefs e restaurantes se reinventam em plena pandemia

Desde o início de 2020 que a restauração tem vivido um período extremamente difícil. Contudo, durante tempos desafiantes há sempre novas oportunidades que podem surgir, e são vários os exemplos do que pode acontecer quando se pensa fora da caixa.

A Queima nunca acaba

são os bares que não fecham, as roulottes que se tornam itinerantes, as banquinhas que nos remontam ao Sr. De Matosinhos e a outras romarias. Os restaurantes que se apinham em gente, em almoços, e em jantares.

Prefiro conciliar

Com 30 anos, achamos sempre que temos outros 30 para mudar de vida. Mudar de amigos e de mulher. De gostos e de preferências. Do verde para o maduro. Do branco para o tinto. Do tawny para o vintage. Do Serra para o Serpa. Da carne para o peixe. Da tasca para o restaurante.

A Insustentável Leveza do Ser

Aristotelicamente falando, somos seres sociais e temos uma necessidade intrínseca de comunhão plena com os outros membros da sociedade. Conhecem melhor forma do que uma refeição, um restaurante ou uma esplanada para responder a esse desígnio?

À mesa com os filósofos (1)

Na sua “Antropologia de um Ponto de Vista Pragmático”, Kant escreve ser “ desejável que não se coma sozinho”. “As refeições que se tomam na companhia de outras pessoas são uma manifestação da nossa verdadeira humanidade requintada”.

Prefiro não namorar

Onde o namoro está repleto de oportunidades desperdiçadas é na nossa relação com os vinhos. Durante anos segui a doutrina que nos ensinava e cultivava a necessidade de um longo namoro com a garrafa antes de a abrir e consumir.

Receitas