Observador

4 dicas úteis para incluir mais fruta no dia a dia

Por ser rica em diversos nutrientes, como vitaminas, minerais, fitoquímicos e fibras, a fruta é um dos elementos mais importantes de uma alimentação equilibrada, completa e saudável.

Descubra 5 mitos sobre vegetais enlatados

Este artigo é da responsabilidade da CompalA vida agitada, frequentemente urbana, com muitas horas fora de casa e pouco tempo para dedicar à cozinha, motiva uma preocupação acrescida com a alimentação.

Gastronomia italiana, produtos portugueses e mão brasileira: Sult, o novo restaurante da Baía de Cascais

Vindo diretamente do Brasil, o Sult chegou a Cascais pela mão do chef Nelson Soares para se apresentar como um restaurante de inspiração nórdica que trata o produto português com técnica italiana.

Ideias para um brunch especial no Dia da Mãe

Nem sempre é fácil descontrair, especialmente quando se é mãe. Que tal surpreender a sua e celebrar o Dia da Mãe com um momento delicioso e saudável?

Petiscar na esquina, personalizar um bife e o manifesto de Paula Rego: 11 coisas para fazer no fim de semana

Av. República 20 c, 1000-207 Lisboa. De terça-feira a sábado das 12h00 às 23h00.Para petiscar à portuguesa: com a Taberna numa esquina mais à frente, o chef Vítor Sobral espalha os seus pratos pela Avenida da República com a abertura de mais um projeto. Mantendo a Esquina no nome, a Petiscaria abriu portas para ser um espaço que honra a gastronomia portuguesa e onde impera a cultura da partilha à mesa.

Petiscos ao balcão, batido de pastel de nata e Portugal sem Abril: 11 coisas para fazer no fim de semana

No Pica-Pau, há uma carta de petiscos que convida a sentar ao balcão. Na Fábrica da Nata, o pastel transformou-se em milkshake. No Porto, há uma peça de ficção distópica sobre um Portugal em ditadura.

Os Anjos 70, um Ensaio com sabor e uma piña descolada: 11 coisas para fazer no fim de semana

Os Anjos 70 estão de volta para inspirar entusiastas de arte com um mercado alternativo. No Teatro Maria Matos há um restaurante que é um Ensaio. No Porto, a Cantina tem cocktails que sabem a México.

Produtores de Cordeiro Terrincho apreensivos com escoamento da carne para Páscoa

Os produtores de Cordeiro Terrincho mostram-se apreensivos em relação ao escoamento desta carne DOP (Denominação de Origem Protegida) para a Páscoa, que este ano acontece mais cedo que o habitual, o que poderá estar a condicionar as vendas. Em declarações à Lusa, Carlos Sousa, dirigente da Associação de Produtores da Ovinos da Terra Quente, com sede em Torre de Moncorvo, considera que este ano está a ser atípico, com a Páscoa a celebrar-se ainda em março, mais cedo do que nos últimos anos, o que está a afetar a comercialização deste produto.“Saímos da época dos enchidos e fumeiro e a Páscoa já está à porta, o que, aliado à falta de poder de compra, poderá condicionar as vendas. Mas os apreciadores não deixam que esta iguaria falte às suas mesas”, observou o também produtor no concelho de Macedo de Cavaleiros.Carlos Sousa explicou que, mesmo com este condicionamento do calendário, este produto tem saída, principalmente para a zona do Grande Porto e Minho, onde se mantém o hábito do consumo de cordeiro na Páscoa. “Trata-se de um produto de excelência e o seu valor é mais alto, o que pode levar a alguma retração por parte do consumidor”, frisou. PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR Apesar dos receios no volume das vendas, os produtores afirmam que se trata de uma carne de qualidade e que se vai vendendo, mas não ao ritmo de outros anos, apontado para o consumo no seio das famílias mais tradicionais e ligadas ao setor da pastorícia. “A população mais idosa desta região nordestina ainda tira o seu borreguinho para mesa de Páscoa que é degustado em família, uma tradição muito em uso”, observou este dirigente associativo.Por seu lado, Bruno Cordeiro, um produtor de Moncorvo, refere que se trata de uma carne que é “um luxo”. “Trata-se de uma verdadeira iguaria gastronómica de Portugal e da região transmontana e duriense, sendo um tipo carne que tem vindo a ganhar terreno no mercado nacional, devido ao seu potencial endógeno”, frisou.Apesar das qualidades organoléticas da carne, o produtor também sente quebras nas vendas que estão abaixo do esperado para esta altura do ano. “Vejo a comercialização do Cordeiro Terrincho um pouco parada para esta altura do ano. Em anos anteriores, as vendas correram melhor, face ao período homólogo. Não sei se é pelo facto da Páscoa acontecer mais cedo, se pela falta de poder de compra”, indicou Bruno Cordeiro.Em Viduedo, no concelho de Mogadouro, a Quinta Vale Covo aposta na criação desta raça e tem no seu efetivo cerca de 400 fêmeas reprodutoras. “Estes animais que não crescem muito, mas têm uma carne muito suculenta, porque que não ultrapassam os cinco a seis quilos, depois de limpos. São alimentados a base de leite, sem outros complementos alimentares, o que os torna característicos do ponto de vista organolético, em comparação com outras raças de ovinos “, explicou o empresário e produtor Manuel Varandas. Nesta exploração foram separados cerca de 40 cordeiros de leite, com pouco meses de vida, destinados aos apreciadores da sua carne, em tempo de Páscoa. São abatidos ao desmame, que se verifica da terceira à quarta semana de vida, devendo os animais apresentar um peso vivo inferior a 12 quilos.Também conhecido por borrego da Churra da Terra Quente, normalmente é servido assado no forno ou na brasa acompanhado com grelos e batata assada ou a murro, estufado, em ensopado ou em caldeirada.

Ao balcão ou à mesa? No Picadero, o novo restaurante da Praça das Flores, basta escolher

HistóriaAs portas abriram em setembro do ano passado com uma inspiração vinda de Berlim que, rapidamente, voltou para a sua origem. No número 44 da Praça das Flores, o Picadero nasceu bistrôt art déco mas cresceu, em poucos meses, para ser um restaurante onde as cozinhas portuguesa e mediterrânica estão à vontade para tomar conta da carta. Da inicial houve quem merecesse o seu lugar — já lá chegaremos — mas aquele não era o menu que Lisboa pedia.

Como planear a lancheira para uma rotina mais saudável

Este artigo é da responsabilidade da CompalSabia que cerca de 25% da energia que ingerimos nos alimentos vem dos lanches? É fácil estar atento ao que comemos e bebemos ao almoço e ao jantar, mas não devemos descurar a importância das refeições mais pequenas ao longo do dia.

Receita a experimentar