José Manuel Pires

O “G”. A Estrela do Nordeste

Quando se fala em gastronomia, impossível é não falar da Família Geadas ou melhor dizendo Gonçalves. A Dª Iracema e o Sr. Adérito, ela na cozinha e ele no serviço de sala, continuam a ser referência de bem comer e receber e os seus filhos (Óscar e António), com todo este saber adquirido ao longo de muitos anos na cozinha do Geadas

Os Filetes do Lima

O Lima é daqueles restaurantes, que se não olharmos para o parque de estacionamento, normalmente bem recheado, nada daríamos por ele. Típica vivenda sem qualquer traça associada, habitação da família por cima e restaurante por baixo.

E se lhe dissessem que o melhor Alentejano de Portugal era em Santo Tirso?

Enquanto esperava, veio uma “abaladêra” (ou cerveja para os estrangeiros), um cesto de bom pão alentejano (estava bom mas era do dia anterior), azeitonas temperadas com azeite de Moura DOP (bom para molhar o pão sem vergonha) e um queijo de Serpa DOP, de meia cura, bom para cortar uma bela fatia de cima a baixo e aproveitar as várias texturas e camadas de sabor. 

Em Leixões há um Porto Seguro

Depois de muitas tentativas para almoçar, sem sucesso, há um pequeno restaurante, na Rua de Fuzelhas, que teve piedade de nós. Fomos recebidos, de braços abertos, com uma enorme simpatia e umas febras de porco na brasa, batatas fritas e salada mista que ainda hoje são recordadas.

Depenaram a Garça. Ficou o Real. By Casa da Calçada

Embora com poucos anos no “mercado”, onde antes era o Café Garça Real, este Real by Casa da Calçada já deu algumas cambalhotas.

Camelo da Apúlia, o irmão mais novo do Bib Gourmand de Santa Marta de Portuzelo

Falar do Camelo da Apúlia passa sempre por honrar António Camelo, minhoto de gema, raça e coração, que inaugura a casa original em inícios dos anos 80. Focada na boa cozinha regional minhota, traz à mesa cabidelas, sarrabulhos, rojões, cabritadas ou anho no forno, e outras epifanias de igual relevo. Conhecedor e dono de um bom paladar, feitio muito particular, adora apreciar um cliente numa mesa farta a deleitar-se com as coisas boas que saem da sua cozinha, na freguesia de Santa Marta de Portuzelo, a poucos quilómetros de Viana do Castelo. 

As 7 vidas do Rogério do Redondo

Com a provecta idade dos meus 50 anos, julgo já vos poder contar os muitos anos que passei na companhia do Rogério do Redondo. Não o conheci logo em 1985, altura em que Rogério Vieira de Sá iniciou esta aventura, mas tive o gosto de privar com Ele a partir de meados dos anos 90.

Uma Tasca que não é Tasca – Izakaya Porto

O Izakaya Japanese Cuisine tem um nome que não corresponde à sua alma. Mas tem uma alma que lhe cria uma identidade viciante e única na cidade. E que identidade! E que alma! E que vício!

Crónicas de São Paulo. Dia 3. O desconcerto do EVVAI

A casa de Luiz Filipe Sousa, considerada o melhor restaurante italiano de São Paulo pela revista Veja, mereceu a visita — não tão entusiástica — do Eggas. 

Crónicas de São Paulo. Dia 2. Um jantar perfeito no Jun Sakamoto

Uma vez, não sei há quantos anos, li uma entrevista na revista “Veja” com Jun Sakamoto. Dizia ele que gostava de um dia ter um pequeno restaurante em Nova Iorque, porque em São Paulo era difícil ter o melhor produto. Foi um soco no estômago. Sempre idolatrei Sampa em termos gastronómicos. Não queria ter sabido isto.

Receita a experimentar