Cortiça com ano recorde no exterior e vinho falha a meta dos mil milhões

A experimentar

Ainda faltam dados de dezembro, mas já é garantido que a cortiça ultrapassa os 1212 milhões do ano anterior. Nos vinhos, licorosos estão a “arrastar” o setor para o vermelho.

O ano de 2023 promete ficar como o melhor de sempre para a cortiça que conta fechar a crescer em volta dos 3% e a aproximar-se dos 1250 milhões de euros de exportações. Já nos vinhos, a meta dos mil milhões será adiada. Nos primeiros 11 meses do ano, Portugal vendeu ao exterior quase 298,1 milhões de litros no valor de 860,7 milhões de euros, o que corresponde a uma quebra homóloga de 1,8% em quantidade e de 1,4% em valor. Uma performance muito sustentada no decréscimo dos licorosos, cujas exportações caíram 5% em quantidade e 3,4% em valor, pressionados pelas perdas do vinho do Porto e dos Madeira.

Na cortiça, em que Portugal é líder mundial, as exportações cresceram 3,1% no acumulado entre janeiro e novembro (para os 1156 milhões de euros), o que reflete sobretudo o “bom desempenho” do setor no primeiro trimestre do ano, destaca o presidente da Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR), lembrando que o ano arrancou com um “forte crescimento”, na ordem dos 8% no primeiro trimestre, mas os dois trimestres seguintes foram “muito equilibrados” face ao  período homólogo de 2022.

Continue a ler o artigo em Diário de Notícias.

Últimas