Proteínas alternativas: como é que as plantas são transformadas em carne artificial?

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As proteínas alternativas são um dos temas quentes na indústria de maquinaria e instalações para a indústria alimentar, mas como são realmente produzidas? Que desafios enfrentam os criadores de produtos e os projetistas de equipamentos? Neste artigo, fazemos uma breve imersão neste fascinante segmento tecnológico.

Nada funciona sem proteínas. São a pedra angular de todos os seres vivos e proporcionam ao nosso organismo os aminoácidos a partir dos quais são construídos os músculos, as células e os tecidos, bem como os anticorpos e as hormonas. Os ovos, a carne, o peixe e os produtos lácteos são tradicionalmente importantes fontes de proteínas, mas também o são as proteínas vegetais, cada vez mais importantes para o fornecimento mundial de alimentos. Mas do grão de soja, do tremoço ou do grão de trigo ao substituto vegano da salsicha existe um longo caminho a percorrer e muita tecnologia envolvida. Primeiro, é necessário extrair a proteína das matérias-primas e processá-la antes de a texturizar para a converter num sucedâneo da carne ou, por exemplo, da salsicha.

O processo começa com a classificação e limpeza das matérias-primas, sejam elas legumes, sementes ou outras, que se moem primeiro. A este processo de preparação, ainda relativamente clássico, segue-se a extração das proteínas, que pode ser efetuada de forma diferente consoante a matéria-prima. Costuma fazer-se através de um processo de várias etapas com água ou soluções salinas, mas também são utilizados dissolventes orgânicos. As matérias-primas são primeiro demolhadas para separar as proteínas dos hidratos de carbono e de outros componentes.

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