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Arroz: o cereal ancestral que alimenta meio Mundo

A experimentar

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A história do arroz começou a escrever-se há milhares de anos, no sudeste asiático. À Península Ibérica terá chegado nos séculos VII e VIII, para se tornar num alimento indispensável à mesa dos portugueses, pondo-os no pódio dos consumidores europeus.

É cozinhado em pratos salgados e doces, atirado aos recém-casados como símbolo de fertilidade, usado como esfoliante em tratamentos de spa, a sua água utilizada no tratamento de problemas de digestão, e ainda acelera o amadurecimento da fruta quando esta é envolvida nos grãos. O arroz está presente em todas as esferas do quotidiano e Portugal consome-o em grande quantidade. Basta olhar para os últimos dados da Associação Nacional dos Industriais, que revelam um consumo per capita de 16kg/ano de arroz branco, o maior da Europa e quatro vezes a média da União Europeia. Ainda assim, longe do consumo no Laos, no sudeste asiático, que é 200kg/ano, per capita.

No que toca à produção, a performance do país perde terreno. Itália está no pódio e preenche mais de 50% de toda a superfície orizícola da União Europeia, com 1,3 milhões de toneladas anuais produzidas. Outro dado curioso é que apesar da produção nacional de arroz ser praticamente toda da variedade carolino, a mais consumida é a agulha (46,8% versus 21,9%) – o que, segundo chefs e produtores, se deve ao facto de os consumidores preferirem arrozes mais fáceis de cozinhar e consistentes no resultado. No entanto, o carolino revela-se mais interessante, tanto pelo sabor e aroma, como pela goma que lhe é característica e que resulta em excelentes arrozes, tanto caldosos como secos.

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