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Colé que refrescou Marcelo produz nove mil sorvetes por dia em Cascais

A experimentar

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“Momentos quentes como os que vivemos em Portugal pedem cabeça fria e frescura de pensamento”, escreveu no Instagram a marca de gelados artesanais de Cyrne e Garcês após a entrega de uma caixa de sorvetes na residência oficial do Presidente da República.

A 3 de maio passado, ao final da tarde, naquela que foi a sua primeira aparição pública após António Costa ter rejeitado o pedido de demissão de João Galamba, Marcelo fala aos jornalistas, junto ao Palácio de Belém, enquanto come um gelado.

“Por que é que são tão curiosos? É preciso ter calma, não dar o corpo pela alma, já dizia o Pedro Abrunhosa”, recitou o Presidente da República.

“[As pessoas] não têm de estar preocupadas. Eu a comer um gelado Santini, as pessoas estão preocupadas? Por amor de Deus”, atirou.

Ora, em Cascais, onde a Santini nasceu em 1949 no seio de uma família italiana, também mora a sede da marca portuguesa de gelados artesanais Colé, que no dia seguinte foi à residência oficial do Presidente da República entregar uma caixa com alguns do seus sorvetes.

“Compreendemos a sua vontade de comer um gelado após o jantar de ontem. Momentos quentes como os que vivemos em Portugal pedem cabeça fria e frescura de pensamento. Por isso, a Colé tomou a liberdade de lhe oferecer alguns dos nossos sorvetes, totalmente portugueses e produzidos em Cascais. Além disso, como sabemos que é uma pessoa que se preocupa com a saúde, os nossos gelados de pauzinho artesanais não têm conservantes nem corantes, são isentos de glúten e 100% vegan. Não substituem um almoço, como um Fortimel, mas arrefecem a temperatura e os ânimos. E é disso que todos precisamos. Bom proveito!”, escreveu a empresa no Instagram.

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