Maria Leonor Cunha (1931-2023), a gulosa dos travesseiros Piriquita

A experimentar

Desde Abril de 1974 que foi a fiel guardiã das receitas da Casa Piriquita, onde há muito começara a trabalhar e a aprender os segredos da pastelaria.

É fácil de explicar a interminável lista de comentários — e a quantidade de likes e de partilhas — que podemos ler no Facebook da Casa Piriquita, que hoje e durante muitos dias recebe a visita de amigos, condolências, elogios e mensagens dirigidas a Maria Leonor Cunha, “mulher de armas”, matriarca e “pulmão” da Casa Piriquita desde Abril de 1974. “Leva um pouco de todos nós e deixa-nos o segredo mais bem guardado desta família”.

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