Estes são os melhores vinhos para este inverno

A experimentar

Tintos, brancos, rosés, espumantes e aguardentes. A oferta vasta e a excelente qualidade dos vinhos de Entre-Douro-e-Minho são um dos tesouros mais preciosos da vitivinicultura nacional que não pode faltar à mesa.

Gostar de vinho não é difícil. Saber harmonizá-lo já é uma história diferente. Perceber qual a garrafa mais indicada para acompanhar cada prato e os critérios que guiam essa escolha pode parecer um quebra-cabeças ao início, mas não tem de ser sempre assim. De forma a tornar esta tarefa mais fácil, nada melhor do que saber por onde começar. Neste caso, o ponto de partida não é uma garrafa em particular, mas, sim, a maior Região Demarcada portuguesa (e uma das mais extensas da Europa).

A Região Demarcada dos Vinhos Verdes ocupa o noroeste do país, na zona que a tradição popularizou como Entre-Douro-e-Minho. É limitada, a norte, pelo rio Minho e, a sul, pelo rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro; a este, pelas serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão; a oeste, pelo Oceano Atlântico.

Esta localização geográfica estratégica proporciona mais do que uma bonita paisagem. O clima ameno, a elevada precipitação e a influência marítima, bem como solos férteis de granito, compõem o terroir único da Região dos Vinhos Verdes. Este termo francês pode parecer estranho à primeira vista, porém, é importante debruçar-nos nele.

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