Molhos e condimentos

A experimentar

Texto por: Carla Barbosa¹, ², ⁴ Manuel Rui F. Alves¹, ², ³

¹ Centro de Investigação e Desenvolvimento em Sistemas Agroalimentares e Sustentabilidade, Instituto Politécnico de Viana do Castelo (CISAS – IPVC)

² Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (LAQVREQUIMTE-FMUP)

³ Diretor da Revista Tecnoalimentar

⁴ Subdiretora da Revista Tecnoalimentar

Os molhos são definidos pelo Codex Alimentarius como “substâncias adicionadas aos alimentos para realçar o aroma e o sabor”. Estes produtos representam uma parte importante da gastronomia e cultura mundial. Tendo em atenção o atual consumo a uma escala global, recaem sobre os molhos atenções especiais pela sua importância, quer do ponto de vista nutricional, quer económico.

Diversos tipos de molhos (fermentados, emulsões, temperos, dressings ou toppings…) são usados no dia a dia de muitos consumidores. Os molhos industriais são geralmente embalados em recipientes pequenos e leves, muitos deles até descartáveis, fáceis de usar, de diferentes formatos e feitos de diferentes materiais, pelo que podem ser considerados alimentos de conveniência. Essencialmente, são usados pela sua capacidade de melhorar o sabor dos alimentos.

Por exemplo, os molhos picantes melhoram a aceitabilidade de diferentes pratos de carne ou legumes, e são muito usados em preparações tipo BBQ; molhos doces, conhecidos por toppings, conferem atratividade a panquecas, arroz, sobremesas e sorvetes (…).

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