A nova vida da Tasquinha D. Maria, um dos mais antigos restaurantes de Porto de Mós

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Há segredos que D. Maria passou à nova gerência, mas há também novidades que se juntam à tradição de um dos mais antigos restaurantes das serras de Aire e Candeeiros.

Quando Frederico Raimundo pousa na mesa a travessa de carne que ainda fumega – um pedaço de entrecôte muito apreciado por ali – acompanhado pelas mais deliciosas batatas fritas que algum dia provámos, uma mesa de clientes assíduos esclarece que tudo ali tem segredo. “É assim desde o tempo da Dona Maria”, atestam, perante o olhar complacente da própria, Maria Emília Silva, à beira de lúcidos 90 anos. A morte do único filho, que a ajudava há anos no restaurante fundado em 1958, fê-la abrir mão deste negócio de uma vida. Em plena pandemia, uma família de Benedita (Alcobaça) interessou-se pela conhecida tasquinha do Livramento, na estrada que liga Porto de Mós a Mira de Aire. De modo que apenas a nora, Guida Beato, se manteve a trabalhar com a nova gerência.

Tasquinha D. Maria (Fotografia de Nuno Brites/GI)

Dona Maria vive por cima do restaurante, o lugar onde começou por fazer queijos e enchidos, e mais tarde sopas de lavrador.

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