Santos Populares: o que se passa com a sardinha “é injusto” e quem o diz são os pescadores

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Em Matosinhos, enquanto descarregam traineiras, os homens do mar vão fazendo contas aos preços de “um mundo virado”

“Diga aí que os pescadores passam a noite no mar para vender o cabaz de sardinha a 20 euros. E diga que um cabaz são 400 sardinhas. Quando lhe pedirem dois euros por uma sardinha nos Santos Populares já pode fazer contas e perceber que nós somos quem ganha menos com isto. É injusto”. Tudo é dito sem pausas no discurso nem no trabalho, entre movimentos rápidos para tirar as sardinhas da caixa azul içada da traineira minutos antes e um abanar discreto de cabeça dos colegas, em sinal de concordância.

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