Um rosé e dois brancos: Três vinhos refrescantes

A experimentar

O vinho branco leve e fresco está na sua época, e o rosé também se afirma depois de longos anos de esquecimento. A opinião do crítico gastronómico da VISÃO Se7e, Manuel Gonçalves da Silva.

Vai a mais de meio a primavera, alongam-se os dias, sobem as temperaturas e já apetecem refeições ligeiras com vinhos adequados a acompanhar. Querem-se vinhos com leveza e frescura, características geralmente apontadas à generalidade dos rosés e a certos brancos, mas não exclusivas deles. Trata-se de uma simplificação que talvez se justifique por facilitar as escolhas de vinhos por parte dos consumidores menos informados. A variedade de opções é extraordinária em número de marcas e em qualidade de vinhos. Eis três exemplos – um rosé e dois brancos – tão acessíveis como apetecíveis.

Por ocasião da Páscoa, o produtor João Portugal Ramos, referência dos vinhos de Estremoz, do Alentejo e do País, apresentou três dos seus vinhos Single Vineyard, que são vinhos de parcela, “para celebrar e partilhar em família”: Vinha de São Lázaro 2019 e Vinha do Jeremias 2019, monocastas já consagrados, um exclusivamente de Touriga-Nacional e outro só de Syrah, e o Vinha da Rosa, novidade em rosé, feito com uvas das duas castas. Foi uma verdadeira boa nova.

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