Cinco vinhos do Dão que vale a pena conhecer

A experimentar

Invernos frios e verões quentes e secos fazem do Dão uma região com particularidades únicas e enorme potencial. Neste Bloco de Provas da NM, uma mão-cheia de boas razões para seguir por aí.

A altitude das vinhas e as características dos solos, de areias graníticas, são decisivos na construção do ADN da região do Dão. Nas castas, touriga-nacional, nos tintos, e encruzado, nos brancos, assumem-se como principais trunfos. Mas não só. Excelente acidez, boa longevidade, preços simpáticos. Não faltam razões. Boas razões. Boas provas.


Magal Branco 2020

Dão
Quinta da Manuela
Encruzado, cerceal e malvasia fina
18,42 euros

A investida do antigo selecionador de futebol António Oliveira no mundo dos vinhos promete. E este Magal Branco, saído da Quinta da Ribaboa, em Gouveia, é o melhor exemplo. A fruta, no nariz e no sabor, faz a diferença. Os apontamentos cítricos oferecem-lhe elegância.


Primado Tinto 2012

Dão
Família Pereira de Melo
Touriga-nacional, tinta-roriz, alfrocheiro-preto e jaen
20 euros

Uma década depois da colheita, após estágios prolongados, apresenta-se no ponto ideal de consumo, revelando inúmeras virtudes. A maturação, lenta e equilibrada, é um dos segredos. Assim como os apontamentos de especiarias e até de algum picante. Aveludado. Excelente.

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