À mesa com… Diogo Rocha: Portugal “já tem o seu lugar no topo do mundo da gastronomia”.

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Em contagem decrescente para a nova edição do guia anual, o Boa Cama Boa Mesa desafia chefs de restaurantes distinguidos em 2021 para uma conversa à mesa com ementa fixa. Diogo Rocha, chef do restaurante Mesa de LemosPrémio Revelação em 2015 e Garfo de Ouro desde o ano seguinte revela “acreditar num bom ano de 2022”, e considera-se “uma boa colher, adoro arroz caldoso, cabidela, lampreia, marisco, comida de tacho e forno”.

Boa Cama Boa Mesa: Que expectativas tem para 2022? Prevê um ano de recuperação e estabilidade ou adivinha mais obstáculos?
Diogo Rocha:
 O nosso conhecido otimismo faz nos acreditar num bom ano de 2022. Sabemos dos obstáculos que temos, reflexo dos dois últimos anos e também permanecemos conscientes do território onde estamos e da sua baixa densidade populacional e de toda a dificuldade que isso acarreta, com a falta de recursos humanos a surgirem em primeira preocupação. No entanto, a presença ativa dos portugueses a consumirem cada vez mais no nosso país e com a abertura das fronteiras, a recuperação prevê-se a boa velocidade e na expectativa que a estabilidade emocional e financeira no nosso setor seja uma realidade que chegue a cada vez mais pessoas.

Quais são as principais tendências em 2022 para a cozinha de autor e/ou fine dining?
Serão tendências já antigas. Recuperaremos a preocupação da sustentabilidade e influência no planeta, produto e produtor voltam à ordem do dia, as alergias, intolerâncias e vegetarianos ganham um cuidado especial. O serviço e relação de cozinha e sala é que poderá ter maior alteração procurando maior proximidade, ser mais informal e descontraído.

Mesa de Lemos | Rawstudio

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