Fomos experimentar o rodízio premium do Fogão Gaúcho e comemos 4 variedades de picanha

A experimentar

Picanha deliciosa, uma costela gaúcha que ainda nos faz salivar e caipirinhas do melhor. Demos mais uma oportunidade aos rodízios brasileiros e saímos de barriga (e coração) cheia.

Hoje em dia, qualquer talho tem picanha, encontra maminha grelhada em muitos menus de almoço e o que não faltam são rodízios brasileiros pela cidade. Mas se há uns 20 anos — mais ou menos na mesma altura que o Chimarrão era visto como um restaurante caro e até tinha um espaço magnífico em Monsanto, nos Montes Claros — a palavra rodízio era sinónimo de boa carne e no ponto, a banalização deste tipo de restaurantes fez com que a quantidade de espaços aumentasse, e a qualidade fosse no sentido contrário.

Mas há esperança, e o nome é Fogão Gaúcho. O grupo de restaurantes, com três espaços na zona da Grande Lisboa e arredores (Carnaxide, Alverca e Carregado), renovou-nos a esperança nos rodízios e levou-nos a fazer a prova dos nove num espaço amplo, com muito boa carne, staff simpático e caipirinhas de beber e chorar por mais.

O truque? O rodízio premium (23,95€ por pessoa ao jantar), a melhor opção para os verdadeiros apreciadores de carne, que provámos no espaço de Carnaxide, mesmo junto ao acesso da A5. E falamos em truque porque o que não falta nos rodízios brasileiros são carnes mais comuns, sendo que estas são sempre as primeiras a passar na mesa. Ou que atire a primeira pedra quem foi pela picanha e mal a tenha provado depois das coxas de frango e do presunto.

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