Há novas razões para brindar com champanhe

A experimentar

O crescimento das vendas de champanhe na pandemia e o mais recente Perrier-Jouët dão o mote à crónica ‘Sem Preço’ desta semana.

Precisamos de motivos para celebrar a época das festas, com o endurecimento das medidas anticovid-19, anunciadas esta semana? Uma coisa é certa: até à data, a pandemia tem impulsionado as vendas de champanhe, um fenómeno que diz bastante sobre a ambivalência das emoções humanas e a necessidade de evasão face às adversidades (o chamado ‘beber para esquecer’).

Se esta correlação se mantiver, o avanço da variante Ómicron será um motivo para, pelo menos, os produtores e distribuidores de champanhe continuarem a celebrar. Outra coisa igualmente certa é que champanhe não é espumante nem água açucarada gaseificada, essas duas espécies de ‘impostores’ que este dezembro já deram origem a títulos na imprensa, nacional e internacional. Os que acompanham as ‘andanças’ no PSD e as provas de Fórmula 1 saberão do que se trata, mas já lá vamos.

A caixa Blanc des Blancs traz dois copos ilustrados com anémonas brancas japonesas (€89, 750ml, no El Corte Inglés)

A caixa Blanc des Blancs traz dois copos ilustrados com anémonas brancas japonesas (€89, 750ml, no El Corte Inglés)

A denominação protegida é por o champanhe se referir, única e exclusivamente, ao vinho branco espumante produzido na região de Champagne-Ardenne, no nordeste de França, seguindo a fermentação dupla tradicional, denominada ‘método champanhês’. As castas possíveis são Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier (misturadas ou na versão monocasta) e a vindima tem de ser feita manualmente.

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