Alertas para a sustentabilidade do Douro nos 20 anos do Património Mundial

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Os problemas demográficos afetam a criação e distribuição de valor dos vinhos do Douro. São também apontadas preocupações de sustentabilidade da região, que “não é um museu” afirma produtora de vinho.

Numa altura em que o Douro celebra 20 anos de Património Mundial da UNESCO várias vozes alertam para a sustentabilidade económica e social do território e a valorização do trabalho dos viticultores que mantêm a paisagem classificada.

O Alto Douro Vinhateiro Douro (ADV) é paisagem cultural evolutiva e viva da UNESCO desde 14 de dezembro de 2001 e compreende 24.600 hectares, cerca de um décimo da região Demarcada do Douro (RDD).

João Rebelo, investigador do departamento de Economia, Sociologia e Gestão da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), afirmou à agência Lusa que o “primeiro grande desafio” do Douro passa pela “criação e distribuição de valor”, e que isso implica vender os vinhos a um “preço muito superior” ao que vende atualmente, e “políticas redistributivas pela cadeia do valor”.

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