Das caldeiras das furnas para a mesa. É servido de um brunch geotermal?

A experimentar

O cozido das Furnas é famoso, mas nesta freguesia da ilha de São Miguel, há um local onde pode provar outras sugestões cozinhadas no subsolo pela ação da geotermia, imersas na água das caldeiras ou usando águas minerais naturais das nascentes.

As águas termais das Furnas, em São Miguel, atraem muitos curiosos. No interior da cratera, a atividade vulcânica aquece tanques para tomar banhos no meio da Natureza. Visualmente, a vila é um mosaico esverdeado, acastanhado e alaranjado, muitas vezes envolto em neblina e vapores a cheirar a enxofre, saindo de caldeiras borbulhantes. Cozinhado debaixo da terra, através da geotermia, o cozido local ganhou notoriedade, e agora há também um Brunch Geotermal para descobrir no discreto Chalet da Tia Mercês.

 

Observe de perto as caldeiras fumegantes, nas imediações, e depois o interior da casa de chá. O edifício foi construído em 1866, por José Maria Raposo do Amaral, e ainda preserva duas banheiras em mármore do tempo em que aqui se tomavam banhos termais. Tem também uma loja, que dá a conhecer produtos da linha geotermal e “uma grande diversidade de produtos únicos e sazonais das outras ilhas”, explica ao Boa Cama Boa Mesa Paula Aguiar, que fundou e gere este projeto da Azores Essentials, a par de João Câmara. Sentado na esplanada virada para as fumarolas e a Ribeira Amarela – que recebe água de várias ribeiras nas Furnas e segue até à Ribeira Quente -, saboreie uma de quatro modalidades de brunch: o Brunch Geotermal inclui chá, limonada ou refresco natural, pão geotermal feito nas caldeiras e servido com compota e queijo de água azeda da Queijaria Furnense, prato principal, sobremesa, chá ou café termal; e há ainda o Brunch da Quinta, o Light Brunch e o Azores Royal Tea Brunch (€38,50, duas pessoas), que tem produtos de todas as ilhas.

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