Vinho Alvarinho e turismo são os motores de Melgaço

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“Não vai ser possível recuperar a população e a economia de outrora, mas é uma prioridade garantir todas as condições a quem vive em Melgaço, atrair novas dinâmicas económicas e ser um dos destinos atrativos para viver com qualidade de vida”, diz Manoel Baptista.

“Melgaço tem-se afirmado nas áreas do vinho e do turismo como um dos municípios que mais cresce no Alto Minho. Os dados não são nossos, são do INE, e revelam que temos feito boas apostas estratégicas”, afirma Manoel Baptista, presidente da Câmara Municipal de Melgaço. O vinho Alvarinho é um elemento primordial da identidade do território, com mercado nacional e internacional em crescimento. “Os nossos produtores estão a atingir volumes de faturação muito expressivos e reveladores da importância deste setor, mas também a arrecadar prémios nacionais e internacionais que projetam e afirmam a marca da sub-região Monção e Melgaço”.

Quais são as linhas de força do Plano Melgaço 2030?
Decidimos avançar com o desenvolvimento de um documento estratégico que apoiasse a gestão e nos orientasse a ação. Um plano que não se limitasse ao mero retrato diagnóstico de uma realidade ou ao exercício teórico das políticas a implementar, mas que assumisse uma vocação prática e operativa, representasse um instrumento prático com ações efetivas a implementar no dia a dia.

A primeira grande linha de força é por isso a operacionalização que este documento representa e a nova abordagem que imprimimos ao território: pensar Melgaço, foi o nosso propósito, mas agir é o desígnio.

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