Pesca, marisqueio e gastronomia: Há um novo projeto para descobrir Portugal a partir do mar

A experimentar

“O desejo de mar faz parte do nosso ADN”. É desta forma que se apresenta novo projeto de experiências Faina, com embarques em Lisboa, Cascais, Ericeira, Sines, Ria Formosa, Açores e Madeira.

“O mar chama-nos. A faina leva-nos até ele”. É desta forma que se apresenta um novo projeto de turismo e lazer, que nasce por estes dias, com justificação de que “ser português é sentir o oceano como casa”. E, como “o desejo de mar faz parte do nosso ADN”, chega ao mercado o Faina Experiences, que de Cascais à Ria Formosa, passando por Sines, Lisboa e a Ericeira – ou com paragem na Madeira ou nos Açores –, tanto organiza passeios de barco de puro recreio (prova de vinhos a bordo, sunset cocktails, degustação de acepipes do mar) como expedições para quem leva a pesca e o marisqueio a sério (ou quer aprender).

“O mar chama-nos. Agora mais do que nunca. A necessidade de evasão para um local seguro tornou-se urgente e o oceano é a imensidão de frescura e azul onde há espaço para todos (com a devida distância) ”, justifica Nuno Nobre, autor deste novo projeto e consultor gastronómico que ganhou notoriedade com a organização do Festival do Ouriço, na Ericeira, ou da iniciativa “Endógenos”. Mais recentemente, Nuno Nobre tem promovido eventos gastronómicos na Madeira, intitulados ABC, que juntam os “melhores produtos locais, trabalhados por um chef da terra, cozinhados devagar para que o lume lhes dê tudo o que precisam para libertarem toda a frescura e sabor que os tornam únicos”.

 

Faina Experiences

Entre as ofertas do projeto Faina estão passeios de barco, a partir de embarcações de várias dimensões e estilo, com refeições a bordo, desde “ostras abertas no momento a uma reconfortante sopa de peixe”, até saídas para pescarias ou para mergulho. Outra experiência sugerida é o chamado marisqueio: “De galochas ou pés descalços, a emoção de entrar mar dentro à procura do marisco que ele nos guarda… Agarrados às rochas, em viveiros ou debaixo da areia, a variedade das espécies da nossa costa é, só por si, uma aula prática. A apanha de marisco é uma atividade científica, terapêutica e, sim, deliciosa (depois de cozinhados os frutos do mar da apanha) ”, explica-se em comunicado.

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