Hotel Valverde reabre com novo restaurante e bar, scones para o chá da tarde e brunch

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É uma espécie de oásis no meio da Avenida da Liberdade. Depois de umas obras de expansão, reabre com mais quartos, um novo Sítio para almoços e jantares e um bar.

O Valverde é um queridinho não só dos turistas, mas também dos lisboetas. A fachada do século XIX esconde um boutique hotel que quer que todos os que ali entram se sintam em casa, com um atendimento feito pelas mesmas caras há alguns anos e uma decoração sofisticada mas confortável, com um jardim que permite esquecer onde está e ouvir apenas o chilrear dos pássaros. Depois de uma temporada fechado, reabriu: a recepção mudou de sítio e a aquisição do edifício ao lado permitiu aumentar o número de quartos mas também as restantes áreas. Tem um restaurante novinho em folha, um novo bar, brunch e chá da tarde.

O nome, Sítio, mantém-se, assim como a chef cabo-verdiana Carla Sousa, que já anda de volta dos tachos e pratos do Valverde desde 2014. Mudou foi para um dos dois edifícios adjacentes adquiridos pelo hotel e que permitiram a sua ampliação – é aqui que estão também os 23 novos quartos (que se juntam aos 22 já existentes) e a nova piscina, que salta do meio do jardim para um mais discreto primeiro andar – e tem uma decoração completamente diferente do Sítio inicial. Painéis de madeira retro iluminados separam as mesas, o tecto é em burel bordado e o pavimento em azulejo vidrado, com janelas até ao chão que abrem e fecham totalmente consoante a temperatura. Mantém-se uma cozinha de autor, mas agora Carla Sousa – que passou pela Cervejaria Lusitana com Vítor Sobral, pelo Penha Longa Resort com o chef Rui Calçada ou pelo Bairro Alto Hotel com Sá Pessoa – aposta numa ementa contemporânea e com especial enfoque nos vegetais e nos alimentos da estação.

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