Luís Gradíssimo: harmonizar comida e vinho não é um bicho de sete cabeças

A experimentar

Engenheiro de formação, Luís Gradíssimo começou cedo a interessar-se por vinhos e hoje faz deles a sua vida. Criou o Enóphilo para organizar eventos e lecionar cursos de prova e agora lança “Enogastronomia”, livro que desvenda alguns dos conceitos sobre a ligação entre comida e vinho.

Como se começou a interessar pelo mundo do vinho?
O gosto começou a cultivar-se na família. O meu pai tinha uma pequena garrafeira e eu ajudava-o com frequência a arrumar as garrafas e a limpar. Tínhamos gosto em pôr vinho na mesa quando recebíamos pessoas. Depois, já quando estava na faculdade, fiz um curso de iniciação à prova de vinhos. Era um consumidor muito clássico e conservador e esse curso deu o clique para explorar outras coisas.

Foi essa exploração que o fez criar projetos ligados ao vinho?
Sim. Em 2012, criei o meu negócio. Primeiro foi o site Adegas de Portugal, para promoção do enoturismo. Entretanto, lancei o Wine Club Portugal, um clube de vinhos portugueses online. Mas como gosto do contacto com pessoas, decidi começar cursos de iniciação à prova. No final de 2014, surge a ideia de organizar um evento de prova para que pequenos produtores pudessem aparecer e mostrar-se. Nesses eventos fiz o rebranding porque já não era um clube de vinhos. Passou a chamar-se Enóphilo.

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