Morreu Graça Miranda, produtora da Casa de Saima

A experimentar

“Procuramos, desde o início, vinhos autênticos, elaborados da forma mais natural possível, com bom acompanhamento na vinha, sem grandes tecnologias e muita paciência”. As palavras são de Graça Miranda, a produtora da Casa de Saima, na mais recente incursão a Sangalhos da Revista de Vinhos.

O caminho começou em 1992, ano das primeiras plantações. Hoje são 20 hectares dispersos por 12 parcelas, 80% de Baga no plantio, os restantes 20% entregues a Merlot, Touriga Nacional e Pinot Noir, uma pequena área de vinhas velhas e ainda as brancas Bical, Maria Gomes e Cerceal. A diversidade de solos é significativa e fica bem ilustrada na Vinha da Corga, a mais extensa parcela da casa, onde calcorreamos barro, areia, argilo-calcário e até algum quartzo.

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