Comida em casa sem prejuízo de restaurantes ou apps pode passar por municípios

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Teto de 20% para valor cobrado aos estabelecimentos por pedido é excessivo para os restaurantes mas insuficiente para despesas das tecnológicas. Municípios podem ser solução.

Há um ano, as plataformas de entregas eram uma refeição saborosa para os restaurantes. As cozinhas conseguiam mais rendimentos, enquanto as tecnológicas entravam numa nova cidade praticamente todas as semanas.

O coronavírus, contudo, provocou uma intoxicação alimentar: obrigou os estabelecimentos a dependerem exclusivamente do take-away e das entregas para sobreviverem, com queixas para as comissões de mais de 30% por cada encomenda, cobradas pela Uber Eats e Glovo.

O primeiro desconfinamento trouxe algum alívio, mas logo no início de 2021, os restaurantes ficaram novamente reservados ao take-away e às entregas. Voltaram as queixas sobre as comissões, que passaram a constar do menu de restrições do governo: desde meados de janeiro que há um teto máximo de 20% para o montante cobrado aos estabelecimentos por cada encomenda.

O caldo ficou entornado para os dois lados: a comissão continua a ser excessiva para os restaurantes e as tecnológicas queixam-se de que o valor cobrado é insuficiente para cobrir todo o serviço. As câmaras municipais poderão ser o ingrediente que salve esta refeição.

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