Glovo propõe redução da taxa de entrega (que pode ser subsidiada pelas plataformas), mas quer que o Governo deixe de limitar as comissões

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Para resolver as “perdas excessivas” que a Glovo admite ter depois de aplicada a proibição de cobrar comissões superiores a 20%, a plataforma de entregas avança com a proposta de baixar as taxas de entrega – um corte que deverá ser subsidiado.

Durante o estado de emergência, as plataformas de entregas estão proibidas de cobrar aos estabelecimentos comissões superiores a 20% do valor do produto que é pedido. Esta medida, avança a Glovo ao “Jornal de Negócios”, está a “ter um forte impacto na viabilidade do negócio”, com “perdas excessivas”.

Para alterar esta situação, a Glovo está em negociações com o Governo e uma das propostas apresentadas passa por baixar a taxa de entrega, um custo que poderá ser subsidiado pelas próprias plataformas e por outras entidades.

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