A Madre Coxinha leva-lhe a casa o salgadinho brasileiro

A experimentar

As coxinhas da Maiara tornaram-se famosas nos arraiais de Santos Populares de 2018. A marca cresceu e no final de 2020 ganhou novo packaging e novas maneiras de chegar a casa.

Quando Maiara Righi se mudou de Fortaleza, no Brasil, para Lisboa, nunca pensou transformar-se na Madre Coxinha. Veio fazer uma pós-graduação em Direcção Comercial e, por brincadeira, montou uma banca de coxinhas caseiras à porta de sua casa em plenos Santos Populares (hora de usar a hashtag #saudades para os bailaricos de Verão, nós sabemos). As coxinhas ganharam fama e Maiara continuou a fazê-las, profissionalizando a coisa, até que chegou 2020 – em vez de parar, a pandemia fez aumentar o volume de negócios, ganhar novo packaging e novas maneiras de chegar ao conforto do lar.

Madre Coxinha

Mas se o negócio começou com a venda das coxinhas fritas e prontas a comer, o confinamento mostrou que o salgado congelado, para finalizar em casa na fritadeira ou no forno, tinham muito potencial, e de uma cozinha caseira e amadora, Maiara teve de passar para uma cozinha industrial, apetrechada com máquinas que vieram do Brasil.

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