Covid-19: os seis pedidos urgentes do retalho e restauração para salvar empresas e empregos

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“Novos problemas precisam de novos apoios”, alerta a associação que representa as marcas deste sector, lembrando que já faz quase um ano de “limitações significativas no desenvolvimento da atividade do retalho e da restauração”.

“Não é possível considerar-se que os apoios e medidas determinados em 2020 possam também cobrir os problemas de 2021. O contexto mudou. As dificuldades aumentaram. São necessárias novas medidas e novos apoios”, diz a AMRR – Associação de Marcas de Retalho e Restauração, na apresentação de um pacote “urgente” de seis medidas para salvar empresas e empregos num sector “com falta de liquidez e que se encontra com dificuldades para pagar a fornecedores, rendas, parte do lay-off e impostos”.

Em comunicado divulgado esta quinta-feira, a AMRR afirma “partilhar das preocupações e apelos formulados pela Confederação de Comércio e Serviços de Portugal” e adiciona pedidos específicos para o retalho e restauração, “já no limite da sua capacidade de resistência” e a cumprir, em breve “um ano inteiro de limitações específicas ao desenvolvimento da ativividade”.

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