No Porto, Liliana arriscou abrir agora um restaurante: sem glúten, Francesinha incluída

A experimentar

Chama-se Gluten Freak e fica na Rua da Torrinha. Com as regras do confinamento, só está disponível para já com take away e entrega ao domicílio. Pode fazer pedidos de pastelaria, restaurante e mercearia, onde há uma vasta oferta de comida sem glúten, de salgados a doces.

Ser celíaco pode ser um verdadeiro desafio e Liliana Sousa, de 39 anos, a proprietária do Gluten Freak, sabe-o bem. Descobriu que é celíaca há cerca de seis anos e percebeu que, “em Portugal, há muito poucas opções” para quem não pode consumir glúten. Por isso, decidiu abrir um espaço na Rua da Torrinha, em Dezembro, com comida totalmente isenta de glúten e, garante, o sabor “não é comprometido”. Com as regras do confinamento, decretado a 15 de Janeiro, está a trabalhar somente em regime take away à porta do estabelecimento e com entregas ao domicílio.

Formada em Ciências de Computadores, Liliana, natural da Maia, trabalha numa empresa de tecnologia do Porto. “Sempre tive a ideia de abrir um espaço”, confessa, em conversa com a Fugas. Neste momento, está a fazer “uma pausa de três meses” para se dedicar a este novo projecto e o objectivo é conseguir conciliar os dois trabalhos.

Desde que pensou avançar com o projecto até abrir o negócio foram cerca de três meses. “Percebi que podia ser uma oportunidade, mas sabia que era um risco pela fase que passamos”, diz, acrescentando que, apesar disso, está a superar as expectativas e a procura é “bastante positiva”. Como o sabor nem a qualidade são comprometidos, os pedidos são feitos por celíacos ou não celíacos.

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