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Empresários da restauração pedem apoio do Governo dos Açores

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Um total de 56 empresários do setor da restauração, responsáveis por 573 postos de trabalho em várias ilhas dos Açores, apresentaram ao Governo Regional um conjunto de propostas para fazer face às dificuldades provocadas pela covid-19.

No documento, intitulado “Restauração Açores, Apoios Covid-19 — Proposta”, e a que a agência Lusa teve hoje acesso, os empresários pedem “maior sensibilidade” ao executivo açoriano devido à situação vivida pelo setor da restauração.

“Solicitam, ainda, celeridade na entrada em vigor de propostas já conhecidas e – ao mesmo tempo – abertura na discussão de novos apoios e fases, bem como a desburocratização das candidaturas”, lê-se na proposta.

O conjunto de medidas, cujo primeiro subscritor é Ruben Pacheco Correia, do restaurante Botequim Açoriano, na vila de Rabo de Peixe, é assinado por 56 empresários das ilhas Terceira, Corvo, Faial, São Jorge, Pico, Flores, Santa Maria e São Miguel.

São apresentadas 34 medidas pelos 56 empresários subscritores da proposta, que são responsáveis por 573 postos de trabalho no arquipélago.

Entre as medidas, está a proposta de aumento do valor das linhas de crédito específicas de apoio à covid-19 para 100 mil euros no caso das microempresas, 300 mil para as pequenas e 500 mil para as médias.

Os empresários pedem que as empresas aderentes a linhas de crédito nacional possam aceder às linhas específicas para os Açores, sugerindo que o valor do financiamento “poderá ser a diferença entre o valor obtido nas linhas nacionais e os limites já estabelecidos nas linhas específicas para os Açores”.

É também proposto o reforço do apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade em empresas em “situação de crise”, de forma a assegurar que a Segurança Social aplique a “redução das taxas previstas no diploma” e que devolva os valores “pagos em excesso”.

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